NÃO SE PODE GERENCIAR AQUILO QUE NÃO SE CONHECE.
Após estabelecer mecanismos de compliance, incluindo normas, treinamentos e controles internos, se faz necessário acompanhar a efetividade dos mesmos. Essa efetividade pode ser avaliada de duas formas: Monitoramento através de indicadores e Auditorias.
Os indicadores de monitoramento têm como objetivo principal fornecer um painel estratégico (dashboard) para prover a gestão com informações tempestivas sobre a ocorrência de certas situações.
Já a auditoria tem como objetivo principal, verificar o cumprimento das normas e procedimentos estabelecidos de forma sistêmica.
Um bom compliance exige criatividade, testes, critérios adequados, readequações, modificações constantes. “Embora muitas empresas continuem a pensar em compliance como um exercício legal, ela é, acima de tudo, uma ciência comportamental. […] para os programas de compliance terem um real impacto, os gestores precisam testar o que funciona e o que não funciona. Isso exigirá que as empresas se envolvam em alguma experimentação e inovação”, segundo Hui Chen e Eugene Soltes.
Existem aqueles indicadores padrão que são muito fáceis estabelecer, exemplo: número de funcionários que fizeram treinamentos de compliance, número de diligências realizadas sobre os terceiros de alto risco, número de funcionários que assinaram o código de ética, e outros.
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